A velhice tem sido pensada, quase sempre, como um processo degenerativo, oposto a qualquer progresso, como se nessa etapa da vida deixasse de existir potencial de desenvolvimento humano. O estereótipo tradicional da velhice é o de pessoas doentes, incapazes, dependentes, demenciadas, rabugentas, impotentes, um problema para a sociedade. Envelhecer é um processo inerente a todos os seres humanos, que se inicia na concepção e ocorre todos os dias das nossas vidas. A cada instante tornamo-nos mais velhos que no instante anterior. Todos envelhecemos e os mais jovens, um dia, serão os idosos do seu tempo. Este processo pode resultar em duas situações-limite: uma com excelente qualidade de vida e outra com qualidade de vida muito má. Entre estes dois extremos, há diversas situações intermédias...
Em qual dos extremos vamos chegar depende de inúmeras variáveis, algumas pertencentes a nós mesmos como indivíduos e, as demais, dependentes da sociedade e do meio em que vivemos.
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